Mostrando postagens com marcador mãe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mãe. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2018

11 Dicas para o Grupo de mães no WhatsApp


Olá amigos!

Há alguns anos a maioria das mães se conectam com outras por meio dos conhecidos e malfadados Grupos de WhatsApp. Embora se trate de uma ferramenta de comunicação muito útil para contato, a falta de bom senso dos membros e a ausência de gestão do administrador do grupo pode gerar problemas, conflitos e crimes.


https://www.youtube.com/watch?v=EiXRrsYXZ3A&t=462s


Os problemas não surgem por causa da ferramenta tecnológica. O WhatsApp não inventou a intriga, a fofoca e a inveja. E o que gera a fofoca digital? Fofoqueiros de profissão que não conhecem as consequências legais do uso irregular da tecnologia. É preciso utilizar o WhatsApp de uma maneira racional, lícita e lógica. É importante que o administrador do grupo estabeleça regras claras de convívio virtual, sob pena de atuar como coautor ou partícipe dos atos ilícitos que ocorrem dentro do grupo virtual.



Seguem algumas dicas para evitar problemas de convívio entre os participantes e a escola do seu filho:



  1. Utilize os canais instrucionais de comunicação com a escola do seu filho. O envio de mensagens desafiadoras e ofensivas para os professores e coordenadores via WhatsApp pode ser considerado ato ilícito a ser apurado na área cível e criminal;
  2. Sempre é melhor falar diretamente com a escola sobre os problemas com os filhos. Entrar em uma espiral de comentários com outros pais no WhatsApp apenas acarretará comentários inúteis ou ofensivos à honra de terceiros;
  3. Compreenda que o WhatsApp não é substituto da agenda escolar da criança. As crianças têm que assumir suas próprias responsabilidades. Confiamos na capacidade das crianças de anotar os deveres e estudar para as provas? Qual recado você passa ao seu filho quando, todo dia, consulta o Grupo de mães no WhatsApp para saber se ele conseguiu fazer a tarefa?
  4. Um grupo virtual é formado para assuntos de interesse comum dos participantes. Tenha autocrítica e veja se sua mensagem realmente será útil para o grupo, ou se o grupo é o lugar mais adequado para expor sua dúvida, pensamento ou reflexão. Menos é mais!
  5. Cuidado ao reclamar da escola ou da professora no grupo: tudo que você gravar em áudio ou digitar poderá ser usado contra você um futuro processo judicial. Pense mil vezes antes de divulgar algum assunto que possa prejudicar uma pessoa ou a instituição;
  6. Se estiver nervosa ou irritada, não mande mensagens. Certamente você falará mais do que deve e cometerá no mínimo um dos crimes contra a honra previstos no Código Penal;
  7. Muitas pessoas não percebem que mensagens fofinhas e correntes incomodam a maior parte dos usuários de aplicativos de comunicação instantânea;
  8. Os áudios facilitam a transmissão da mensagem mas atrapalham o receptor, que pode estar em público ou em reunião. Envie áudio apenas quando for extremamente necessário e tente ser breve;
  9. Não espere respostas em tempo real dos participantes do grupo. Lembre-se: ninguém está 24 horas online à disposição;
  10. Se a situação se tornar tensa você pode abandonar o grupo em qualquer momento. Evite brigas virtuais, não valem a pena: grupo é como a sociedade em geral – pessoas pensam de formas diferentes e têm variados níveis de educação. Se algo desagrada e você não se sente na obrigação de aturar, não tenha receio: saia do grupo;
  11. A educação digital começa com os pais, dentro de casa. Seja para o seu filho um exemplo de discrição, ética, resiliência e respeito com as opiniões, religiões e pensamentos divergentes.
Assista ao vídeo em nosso canal  #cyberbullyingSQN


Espero que gostem das dicas!

Grande abraço!

Ana Paula Siqueira Lazzareschi de Mesquita 



segunda-feira, 7 de março de 2016

Mãe dá lição em filho que fez bullying através do Facebook

As redes sociais também servem para educar os filhos.


Terry Evans é mãe de um menino de 12 anos que estragou os sapatos de uma das novas colegas da turma, fazendo “bullying contra uma menina”. Esta poderia ser mais uma história sobre violência entre colegas, mas Terry fez dela uma oportunidade para mudar a visão dos pais e das próprias crianças.

Confrontada com a situação, a mãe publicou no Facebook e explicou que quis fazer o filho “passar vergonha” para que percebesse o erro que tinha cometido, algo que não tinha acontecido na conversa que teve com o rapaz.

Na publicação da rede social, a mãe do adolescente garantiu-lhe que se voltasse a fazer algo do gênero o entregaria aos pais da jovem e frisou que o dinheiro que vier a conseguir será para comprar uns sapatos novos à menina.

A publicação de Terry Evans conta com mais de 57 mil curtidas e 11 mil compartilhamentos e, por essa razão, a mulher retirou a identificação do menino, esclarecendo que resolveu escrever o texto com o intuito de os amigos verem que houve consequências para os atos do rapaz e que não devem cometer esta violência sobre os outros.

A forma de educar a criança foi posta em causa, através de alguns comentários, mas Terry garante ter liberdade para transmitir valores ao seu filho, e mostrar-lhe que alguém sofreu muito com as atitudes dele.

09:14 - 06/03/16- POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/195379/mae-da-licao-em-filho-que-fez-bullying-atraves-do-facebook

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Menina de 12 anos tem foto montada e publicada em perfil falso nas redes sociais

Montagem diz que a adolescente já ficou com o "1º ano todo"

8/9/2015 às 00h23

Foto: Reprodução/Record Bahia
Uma menina de 12 anos foi vítima de crime na internet em Salvador. Ela teve uma foto publicada em um perfil falso nas redes sociais com informações falsas e caluniosas, que acabou circulando entre os colegas. A montagem diz que a adolescente já ficou com o 1º ano todo e mais frases ofensivas.

A mãe da garota, que preferiu não se identificar, disse que ficou surpresa quando descobriu o que estava acontecendo.

— Você se sente meio dilacerada. Você cria o seu filho com todo amor, todo carinho, dá educação, explica as coisas. Você reclama com seus filhos, você diz não, é tachada como a chata porque orienta a não fazer isso com os colegas, diz a seus filhos que não faça para os outros o que não quer que seja feito com você e não vê esse retorno, esse cuidado. A internet lhe dá o mundo, mas lhe expõe ao mundo.

Segundo a mãe da vítima, a situação ficou pior quando colegas da estudante compartilharam a foto da página em um aplicativo de celular.

— Ela não encarou com tanta gravidade. Ela ficou triste, ela chegou aqui em casa meio desnorteada, falando sobre o assunto, mas ela não tem a noção da dimensão que isso pode ter.

A mulher contou que a menina ficou com medo de ir para escola pouco antes das fotos caírem na rede, pois foi ameaçada pelos colegas dizendo que ela era patricinha e que iria colocar o nome dela na "boca do sapo".

— Nesse momento, ela me pediu para tirá-la da escola.

O caso foi parar na Delegacia Especializada em Repressão a crimes contra Criança e Adolescente. A vítima não foi a única, outros colegas de sala também tiveram fotos divulgadas em perfis falsos na internet que, inclusive, foram excluídos depois que foram descobertos. Mas, mesmo assim, a polícia garante que há como descobrir quem foi que cometeu o crime.

O delegado Charles Leão, da Delegacia Especializada em Crimes na Internet, afirmou que é um crime grave e orientou as famílias que imprimam a tela do perfil e anote o link, porque mesmo que depois a pessoa retire do ar, com aquele endereço a polícia consegue chegar ao autor.

— Envolvendo uma criança, um menor, o fato é muito mais grave, a punição será muito mais forte perante a lei.

Fonte: http://noticias.r7.com/bahia/fotos/menina-de-12-anos-tem-foto-montada-e-publicada-em-perfil-falso-nas-redes-sociais-08092015#!/foto/6

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Justiça determina que mãe pague indenização a vítima de cyberbullying

Estudante criou página na internet para ofender colega. Cabe recurso da decisão.



Do G1, em São Paulo

O Tribunal de Justiça (TJ) do Rio Grande do Sul confirmou nesta quarta-feira (30) a decisão da juíza Taís Culau de Barros, da 1ª Vara Cível de Carazinho, que determina que a mãe de um adolescente que praticou cyberbullying pague uma indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil. Cabe recurso.

Segundo o TJ, o garoto criou uma página na internet para ofender um colega de classe. A vítima alega que fotos suas foram copiadas e alteradas dando origem a um fotolog (espécie de diário fotográfico). Na página, foram postadas mensagens levianas e ofensivas. Além disso, foram feitas montagens fotográficas nas quais o garoto aparece ora com chifres, ora com o rosto ligado a um corpo de mulher.

A vítima registrou um boletim de ocorrência e ingressou com ação cautelar para que o provedor fornecesse dados sobre da identidade do proprietário do computador de onde as mensagens foram postadas.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2010/07/justica-determina-que-mae-pague-indenizacao-vitima-de-cyberbullying.html

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Jogadores de RPG roubam fotos de crianças para promover fetiche no Instagram

Mãe conta como viu fotos de seu filho sendo usadas na conta de outra pessoa; 'brincadeira' têm versões sexualizadas.


Por BBC Brasil | 05/08/2015 09h21 - Atualizado em 05/08/2015 09h21


Muitos "jogadores" parecem ser adolescentes brincando, mas não é difícil encontrar versões sexualizadas da hashtag. (Foto: BBC) 

Se você costuma postar fotos dos seus filhos no Instagram, pode ser capaz, ao ler essa história, de querer mudar imediatamente as configuração de privacidade de sua conta.

Como parte de uma espécie de jogo de role playing (jogo de representação) fetichista, participantes roubam fotos de crianças em contas do Instagram de outras pessoas.

Depois, eles postam as fotos roubadas na própria conta, usando hashtags como #BabyRP ou #KidRP (RP sendo a sigla para role playing).

Nas legendas das fotos, eles inventam nomes e histórias para as crianças, convidando outras pessoas para serem "mãe" ou "pai" adotivos.

O BBC Trending conversou com Dana Pecina-Phillips, uma mãe que descobriu dezenas de fotos que ela havia postado do próprio filho em uma conta de Instagram onde a pessoa, aparentemente uma mulher, fazia essa "adoção virtual".

"Eu estava postando fotos do meu filho no Instagram e percebi que alguém havia curtido centenas de fotos dele. Achei estranho. Eu entrei no perfil dela e imediatamente vi que tinha fotos do meu filho. Meu coração parou", disse.

"Conforme ia clicando nas fotos e lendo as legendas, percebi que o que eles estavam fazendo era 'role playing' com meu filho. Entrei em pânico. Comentei dizendo que as fotos eram do meu filho e que era para ela tirá-las de sua conta. Mas ela deletou os comentários e continuou postando ainda mais fotos dele."

Participantes acham que por o perfil da pessoa ser público, as fotos também seriam e podem ser usadas à vontade. (Foto: BBC) 

BBC entrou em contato com esses jogadores de RPG e alguns aceitaram falar, sob condição de anonimato, por mensagem via Instagram.

Uma das pessoas disse: "BabyRP é como assumir um papel em um jogo. Alguém é um bebê, alguém é uma mamãe. Você só finge."

"A maioria das pessoas pega as fotos de outras contas do Instagram. Nós podemos usá-las porque não tem marca d'água nas fotos", disse outro.

"Não é errado. Se a conta é pública, as fotos também são", afirmou um outro.

Dana contou ter reportado as fotos e a conta ao Instagram centenas de vezes. (Foto: BBC)

Dana contou ter reportado as fotos e a conta ao Instagram "centenas de vezes".

"Eu sei que eles (o Instagram) sempre diz que trabalha rapidamente para tirar esses perfis do ar. Mas esse não foi o meu caso e nem de outras famílias que passaram pela mesma situação."

Contatado pela BBC, o Instagram afirmou: "Esse tipo de conteúdo viola nossos termos. Uma vez que um pai, mãe ou responsável reportar a foto, nós agimos rapidamente para remover a foto".

Conta privada

A maioria dos jogadores de RPGs no Instagram parece ser adolescentes brincando de ser pais e mães. Mas não é difícil encontrar versões sexualizadas da hashtag.

Mas por que essas pessoas participam desse "jogo"?

Um dos participantes disse à BBC: "A maioria dos role players faz isso para sair um pouco desse mundo. Eles podem ser alguém que é amado. Eu gosto porque se estou tendo um dia difícil, posso jogar e me divertir com meus amigos."

"Eu tenho saudades de ser uma criança", disse outro.

Restringir a conta do Instagram pode diminuir o risco de ter fotos roubadas. (Foto: BBC) 

Dana conta ter ficado muito revoltada por alguém estar fazendo esse tipo de coisa com as fotos do filho. "Mas também me senti culpada por ter postado as fotos, por ter sido inocente."

Como as pessoas apenas criam novas contas e seguem postando fotos, ela desistiu de procurar punição para elas.

"Eu agora tenho de viver com o fato de que alguém tem centenas de fotos do MEU filho salvas no computador ou no celular dela, e que eles podem usar do jeito que quiserem. É um sentimento horrível, de impotência."

Sophie Linington, do site The Parent Zone, recomenda tomar muito cuidado com quem você compartilha suas fotos. "Mantenha sua conta privada e não aceite pessoas que você não conhece. E se você quiser realmente compartilhar, coloque uma marca d'água e sempre desative o localizador".

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/08/jogadores-de-rpg-roubam-fotos-de-criancas-para-promover-fetiche-no-instagram.html