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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Adolescentes marcam encontro pela internet e acabam estupradas em SP


A Polícia Civil investiga o estupro de duas adolescentes - uma de 12 e outra de 14 anos - ocorrido na noite de sexta-feira, em Taubaté, a 134 km da capital paulista, após marcarem um encontro pela internet.

As vítimas registraram boletim de ocorrência na delegacia.

De acordo com a Polícia, as investigações estão sendo baseadas nas informações dos computadores e celulares das meninas.

Na versão das adolescentes, elas saíram de um curso por volta das 17h e foram se encontrar com um rapaz na Praça Santa Terezinha. Elas conheceram o homem pela internet.

Na praça, as duas notaram que ele estava armado. O homem mandou que elas caminhassem até o Jardim Paulista, onde elas teriam sido forçadas a manter relações sexuais com ele em um terreno baldio.

Ainda de acordo com a Polícia, as meninas fizeram exames clínicos que constataram o ato sexual.

As duas devem prestar depoimento à Polícia novamente nesta semana.

Se confirmado, este será o segundo caso de estupro envolvendo conversas iniciadas pela internet nos últimos dias na região.

Na semana passada, uma mulher de 22 anos foi estuprada no bairro do Aterrado, em Lorena .

Ela havia marcado um encontro com o acusado por uma sala de bate-papo na internet.

A Polícia orienta que encontros pela internet sejam marcados em locais públicos, de preferência durante o dia e com alguma testemunha.

E também orienta a supervisão dos pais sobre o conteúdo que os filhos acessam na internet.

Fonte: http://www.douradosagora.com.br/noticias/policial/adolescentes-marcam-encontro-pela-internet-e-acabam-estupradas

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Crianças mentem sobre a idade nas redes sociais



O estudo Connected Kids, elaborado pela Kaspersky Lab e pela iconKids & Youth, revela que as crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos não só estão viciadas em comunicar através das redes sociais, como também têm comportamentos muito perigosos nas mesmas, colocando-os a eles próprios e ao resto da família em perigo.

As crianças, hoje em dia, dependem da Internet para se conectarem e comunicarem com as outras pessoas e este fenômeno intensifica-se à medida que vão crescendo. Embora as redes sociais permitam que os jovens se mantenham em contacto uns com os outros, também os tornam extremamente vulneráveis devido à maior exposição a que os colocam.

As crianças que querem fazer parte do grupo de pessoas que utilizam as redes sociais podem acabar por compartilhar demasiada informação pessoal nas mesmas. Muitos deles acabam por fazê-lo sem sequer perceberem que a informação que compartilham pode ser vista e utilizada por pessoas perigosas. Cerca de 66% compartilham o nome da escola que frequentam, 54% compartilham os lugares que visitam e um em cada cinco (22%) expõem as suas casas.

Esses compartilhamentos por parte das crianças fornecem uma quantidade de informação relevante aos criminosos da qual estes podem tirar vantagens. Um terço das crianças (36%) revelam informações sobre atividades dispendiosas que os pais concretizam, 33% partilham qual o emprego dos mesmos e um quinto (23%) conversam sobre os salários que os pais recebem.

No entanto, os riscos podem ainda ir mais além se considerarmos que um terço das crianças (31%) está preparada para mentir sobre a sua idade on-line. Cerca de 17% das crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos fingem ser mais velhas do que são e, uma em dez (10%) altera a idade dependendo da rede social que está utilizar.

Nos casos mais preocupantes, este cenário pode colocar as crianças numa posição vulnerável e deixá-las mais próximas de abordagens inapropriadas por parte de determinados adultos, que podem pensar que estão a falar com pessoas da sua idade, bem como expostas a conteúdos impróprios para a sua verdadeira idade.

A Kaspersky Lab aconselha os pais a falar com os filhos sobre as suas experiências e preocupações assim como explicar porque é que a utilização das redes sociais é aconselhável para pessoas com mais de 13 anos.

Os pais devem encorajar a criatividade das crianças online e fazer publicações em conjunto antes que elas as façam sozinhas. Encorajá-los a mostrar que opções ou novas aplicações existem, especialmente se estiverem relacionadas com privacidade.

De vez em quando imprimir o perfil que têm on-line, já que os conteúdos on-line quando impressos assumem um aspecto totalmente diferente.

Via Kaspersky Lab.

Por LUIS VEDOR | 17 JULHO, 2016

Fonte: http://www.pcguia.pt/2016/07/criancas-mentem-sobre-a-idade-nas-redes-sociais/

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O perigo da Rede Social (experimento social - predador de criança)

Você tem certeza de que seu filho nunca cairá em um golpe da Internet? Essas mães tinham tanta certeza que os filhos nunca cairiam que até aceitaram o desafio de fazerem uma pegadinha com eles. 

Assista aqui o resultado:





sexta-feira, 15 de julho de 2016

Crianças mentem nas redes sociais e compartilham muitas informações sigilosas

Um estudo recente mostra que cerca de 35% dos utilizadores entre os oito e os 16 anos não concebem sequer a ideia de viverem sem redes sociais, além de terem comportamentos on-line que colocam em risco a sua segurança.

14-07-2016 17:47




O estudo Connected Kids, elaborado pela empresa de segurança Kaspersky Lab e pela iconKids & Youth, revela que cerca de 31% das crianças de todo o mundo estão dispostas a mentir sobre a sua idade quando utilizam redes sociais on-line. Mais: uma em cada dez altera a informação referente à idade em função do site que está a visitar, ao passo que 17% desse conjunto finge ser mais velho do que realmente é.

A pesquisa visa os menores com idades entre os oito e os 16 anos e indica outro fato que justifica a preocupação da maioria dos pais e educadores sobre a utilização da internet: cerca de 35% das crianças afirmam que não estão dispostas a viver sem utilizar as redes sociais.

O documento refere que “as crianças não só estão viciadas usar as redes sociais, como também têm comportamentos muito perigosos nas mesmas, colocando-os a eles próprios e ao resto da família em perigo”. Cerca de 66% dos entrevistados confessa compartilhar o nome da escola que frequentam, enquanto 54% revelam os locais que mais visitam no seu dia a dia. Por outro lado, 22% expõe claramente a sua morada de residência nos seus perfis de redes sociais.

“Por vezes as crianças não veem perigos nas conversas que mantêm on-line – estão disponíveis, não têm medo e são muito comunicativas. E é precisamente por isto que os pais têm de alertar sobre os perigos desta exposição. Soluções de segurança como o Kaspersky Safe Kids podem ajudar a monitorar constantemente as mudanças nas listas de amigos e nas publicações efetuadas pelas crianças, para que seja possível elevar os índices de segurança”, garante Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia.

Fonte: Sapotek