Mostrando postagens com marcador bullying na Internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bullying na Internet. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Mãe deixa aviso emocionado, depois de o bullying no Snapchat ter levado a filha ao suicídio


Uma mãe destroçada deixou um aviso emocionado depois de os “bullies” no Snapchat terem conduzido a sua filha adolescente, com apenas 14 anos, ao suicídio, depois de várias provocações naquela rede social. 

Megan Evans, de 14 anos, suicidou-se depois de ter sido submetida a abusos no Snapchat. 

A polícia está a investigar a morte de Megan em Milford Haven, Pembrokeshire, no Reino Unido, e a sua mãe, Nicola Harteveld, de 40 anos, pediu que os jovens pensem antes de fazerem comentários nas redes sociais.

A mãe disse ao Mirror: “Tenham cuidado com o que dizem, as palavras não podem ser retiradas. Elas podem parecer triviais, podem ser ditas com raiva, ou por brincadeira, mas elas não podem ser retiradas depois de ditas”

A mãe, devastada, disse que os adolescentes estão constantemente nos seus telefones, e quer alertar outros pais a procurar sinais de que os seus filhos são infelizes.

“Eu não quero que a morte da minha filha seja em vão. Eu quero aumentar a consciência dos pais para manterem um olho aberto para os sinais. Eu não tinha ideia. Dizem que podemos ver os sinais, e olhando para trás, podia.”

Um inquérito foi aberto, e entretanto adiado, enquanto as investigações policiais continuam, mas não há para já circunstâncias suspeitas.

Enquanto a família se prepara para o funeral, a mãe, de luto, pediu a Justin Bieber para enviar um presente para o funeral da sua filha. Megan tinha um bilhete VIP para ver o seu ídolo em junho, e esperava obter o seu autógrafo.

A mãe Nicola Harteveld, de 40 anos, quer colocar lembranças assinadas de Bieber dedicadas a Megan no seu caixão.

Por Joana Ventura
Publicado a 13 Fevereiro, 2017

Fonte: http://www.hiper.fm/mae-aviso-emocionado-bullying-no-snapchat-ter-levado-filha-ao-suicidio/

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Cyberbullying está ligado ao aumento dos casos de automutilação entre jovens



O número de jovens internados em hospitais em consequência de automutilação subiu vertiginosamente nos últimos dez anos, revelaram novas cifras. Especialistas atribuem o fenômeno ao bullying online e nas redes sociais.

Cifras do NHS (o Serviço Nacional de Saúde britânico) indicam que o número de meninas tratadas em hospitais depois de se cortarem subiu 385%, de 600 em 2005-2006 para 2.311 em 2014-2015.

Houve um aumento grande também no número de rapazes hospitalizados depois de se mutilarem: em 2014-2015, 457 homens jovens foram tratados, contra 160 dez anos antes.

Estatísticas aos quais o jornal The Guardian teve acesso mostraram que a automutilação por enforcamento e envenenamento também vem aumentando entre os jovens.

Especialistas atribuem esse aumento preocupante à ascensão da Internet e das redes sociais nos últimos dez anos.

O número de meninas com menos de 18 anos hospitalizadas por cortar-se quadruplicou nos últimos dez anos.

Ruth Ayres, gerente de projetos do selfharmUK, disse que os jovens têm dificuldade em escapar do bullying online: “Hoje em dia, quando uma pessoa sofre bullying, isso continua quando está em casa. Muitas vezes pode lhe parecer que o sofrimento que ela está sentindo nunca acaba.

“As mídias sociais geram uma dependência enorme nos jovens. Acho que nós, adultos, precisamos começar a ajudar os jovens a navegar em segurança pela internet.”

Ayres também apontou para a presença de muitos sites que oferecem aos jovens informações sobre como se mutilarem.

Quase 14 mil mulheres jovens foram internadas em hospitais no ano passado depois de ingerir substâncias tóxicas – 4.112 mais que o número que o fez em 2005-2006, 9.741. O número de rapazes que se envenenaram não subiu.

O enforcamento como método de automutilação também se tornou mais comum, com 220 jovens com menos de 18 anos sendo tratados em hospitais entre 2014 e 2015. Em 2004-2005, 78 jovens foram hospitalizados depois de se enforcar.

O Dr. Peter Hindley, catedrático da Faculdade de Psiquiatria Infantil e Adolescente no Royal College of Psychiatrists, concordou que as mídias sociais são um dos muitos fatores que levam adolescentes e jovens a se mutilarem, dizendo ao Guardian:

“É provável que a alta seja resultante de muitos fatores, mas os mais importantes provavelmente são: disparidade crescente na era da austeridade, o impacto negativo da era digital, a sexualização crescente – isso é especialmente nítido no caso das meninas--, o impacto do abuso sexual e da exploração sexual e as pressões crescentes para alcançar sucesso.”

Na semana passada o secretário de Saúde britânico, Jeremy Hunt, criticou os serviços de saúde mental disponíveis para adolescentes e jovens, caracterizando-os como “a maior área de carência na cobertura de saúde feita pelo NHS”.

Hunt disse que muitas tragédias acontecem porque os serviços não intervêm de modo precoce, quando problemas como transtornos alimentares primeiro se manifestam.

A ONG Young Minds, que trabalha com saúde mental, informa que mais de um quarto (26%) dos jovens no Reino Unido já teve pensamentos suicidas.

Mas, segundo Ayres, ainda existem muitos lugares aos quais jovens que se automutilam podem recorrer para buscar apoio.

“Nosso site é um site em favor da recuperação de jovens, que os incentiva a formular perguntas e postar suas histórias. É um lugar seguro que jovens podem procurar quando precisam de ajuda e apoio.

“Recentemente o ChildLine lançou um serviço de aconselhamento online que pode ser acessado por jovens dia e noite, e pode ser útil para jovens que se automutilam saber que há alguém com quem podem conversar”, ela disse.

“Eu também incentivaria as famílias a procurar um bom clínico geral, alguém em quem confiam e com quem possam falar dessas coisas abertamente.”

The Huffington Post UK | De Jasmin Gray
Publicado: 04/11/2016 17:29 BRST Atualizado: 04/11/2016 17:29 BRST

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/11/04/bullying-automutilacao_n_12798350.html

sexta-feira, 6 de maio de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

Modelo sofre ataque cardíaco após ser vítima de bullying na web


A modelo pin-up Anna Sugar, de 23 anos, afirma ter ficado tão estressada após sofrer com comentários maldosos e ameaças de morte nas redes sociais que acabou tendo um ataque cardíaco.

Segundo o jornal britânico Mirror, as mensagens começaram quando a moça começou a trabalhar como modelo pin-up, quatro anos atrás. 

Em fevereiro de 2014, Anna sofreu o ataque cardíaco que, embora leve, gerou ainda mais críticas online e, assim, mais preocupação para a moça, que voltou a ser hospitalizada em outubro do ano passado. Nessa época, ela foi diagnosticada com a síndrome de Takotsubo - uma condição cardíaca causada por estresse, também conhecida como síndrome do coração partido.

Agora, recuperada e de volta à casa em Londres, na Inglaterra, a modelo quer conscientizar as pessoas sobre os perigos de cometer bullying na internet. "Na maioria das vezes, as pessoas só veem a imagem e nem pensam que existe uma pessoa por trás disso que irá ficar chateada", explica Anna. "Só queria saber o que eu fiz para merecer tanto ódio, mas todo mundo sofre com isso, mesmo sem razão", reflete ela, acrescentando que muitas pessoas chegaram a dizer que ela "parecia mais sexy agora que estava para morrer".

Anna ainda diz que, como modelo, já esperava receber comentários do tipo, mas jamais pensou que as mensagens maldosas viriam em ondas. "Na época, eu não podia nem pegar meu celular para fazer algo simples, como jogar, sem ver uma notificação aparecer", relembra.

Agora a modelo está incentivando outras vítimas a denunciarem seus agressores à polícia para acabar com o bullying nas redes sociais. "Este é o problema da internet: pessoas escondidas atrás de seus computadores e pensando que podem dizer o que quiserem", afirma.

Fonte: http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/da-para-acreditar/modelo-sofre-ataque-cardiaco-apos-ser-vitima-de-bullying-na-web