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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Crianças e jovens viciados nas redes sociais assumem comportamentos de risco


As crianças e os jovens estão viciados nas redes sociais e assumem comportamentos de risco que os podem colocar na mira de criminosos e cibercriminosos. A conclusão é do estudo Connected Kids, que analisou a relação dos mais novos com a internet em todo o mundo.
A preocupação dos pais relativamente à relação dos seus filhos com a Internet é uma realidade fundamentada. O estudo Connected Kids, elaborado pela Kaspersky Lab e pela iconKids & Youth em todo o mundo, revela que as crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos não só estão viciadas em comunicar através das redes sociais, como também têm comportamentos muito perigosos nas mesmas, colocando-os a eles próprios e ao resto da família em perigo.
As crianças, hoje em dia, dependem da Internet para se conectarem e comunicarem com as outras pessoas e este fenómeno intensifica-se à medida que vão crescendo. Esta é a atividade mais importante que realizam online. O facto é que isto é tão importante para eles que 35% não quereriam, sob nenhuma circunstância, viver sem redes sociais. No entanto, embora as redes sociais permitam que os jovens se mantenham em contacto uns com os outros, também os tornam extremamente vulneráveis devido à maior exposição a que os colocam.
As crianças que querem fazer parte deste grupo de pessoas que utilizam as redes sociais podem acabar por partilhar demasiada informação pessoal nas mesmas. Muitos deles acabam por fazê-lo sem sequer perceberem que a informação que partilham pode ser vista e utilizada por pessoas perigosas. Cerca de 66% partilham o nome da escola que frequentam, 54% compartilham os sites que visitam e um em cada cinco (22%) expõem as suas moradas. O que muitos não percebem é que a compartilha deste tipo de informações pode chegar até criminosos que os tentem encontrar na vida real.
Esses compartilhamentos por parte das crianças fornecem uma quantidade de informação relevante aos criminosos da qual estes podem tirar vantagens. Por isso, é importante que os pais se mantenham alertas, já que alguma da informação partilhada os pode afetar diretamente. Um terço das  crianças (36%) revelam informações sobre atividades dispendiosas que os pais concretizam, 33% partilham qual o emprego dos mesmos e um quinto (23%) conversam sobre os salários que os pais recebem. Juntando esta informação ao conhecimento da localização das crianças, torna-se fácil de perceber como é que os criminosos atuam, cada vez mais, direcionados a um alvo específico.
No entanto, os riscos podem ainda ir mais além se considerarmos que um terço das crianças (31%) está preparada para mentir sobre a sua idade on-line. Cerca de 17% das crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos fingem ser mais velhas do que são e, uma em dez (10%) altera a idade dependendo do website que está a utilizar. Nos casos mais preocupantes, este cenário pode colocar as crianças numa posição vulnerável e deixá-las mais próximas de abordagens inapropriadas por parte de determinados adultos, que podem pensar que estão a falar com pessoas da sua idade, bem como expostas a conteúdos impróprios para a sua verdadeira idade.
“Por vezes as crianças não veem perigos nas conversas que mantêm on-line – elas estão disponíveis, não têm medo e são muito comunicativas. E é precisamente por isto que os pais têm que os alertar sobre os perigos desta exposição. Neste sentido, é sensato explicar às crianças desde cedo o que é que pode ser compartilhado – online e offline – e o que é que deve ser mantido em privado, a fim de proteger os interesses, a segurança e a privacidade de toda a família. É também importante utilizar as configurações necessárias ao nível da privacidade nas redes sociais, para que apenas os amigos consigam ver as publicações e as informações das crianças. Para uma proteção ainda mais reforçada, softwares de segurança especializados como o Kaspersky Safe Kids, permitem que os pais monitorizem constantemente as mudanças nas listas de amigos e nas publicações dos seus filhos, para que os consigam proteger antes que estes se coloquem a eles próprios, ainda que sem saberem, em perigo”, comenta Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia.
“A maioria dos problemas on-line que os jovens reportam às linhas de apoio devem-se a violações de privacidade que ocorreram em algum momento das suas interações on-line. Perceber o que são dados pessoais e como protege-los é crucial nos dias de hoje. As crianças precisam de aprender desde cedo que a privacidade é a sua maior posse – e um direito humano essencial. O novo European General Data Protection Regulation tem como objetivo ajudar os jovens a proteger a sua privacidade, ainda assim a educação sobre proteção que parte dos pais, dos professores e de toda a comunidade na qual as crianças aprendem e vivem não deixa de ser a mais confiável,” afirma Janice Richardson, Consultor Sénior na European Schoolnet.

Fonte: http://www.techenet.com/2016/07/criancas-e-jovens-viciados-nas-redes-sociais-assumem-comportamentos-de-risco/

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Choque de gerações expõe ainda mais as crianças na web

Cerca de 22% dos pais já viram os filhos terem contato com ameaças, como conversas com estranhos.



Os desafios da parentalidade não cabem em uma lista nem param de crescer. Os mais recentes têm a ver com a segurança dos filhos nos ambientes virtuais. E a má notícia é que uma nova pesquisa descobriu que, apesar dos esforços, pais e mães não têm conseguido manter as crianças seguras na internet.

O levantamento, realizado pela empresa de cibersegurança Kaspersky Lab e pela empresa de pesquisas B2B International, descobriu que 52% dos pais acreditam que os riscos que as crianças correm online estão aumentando e 22% já viram o filho ter contato com ameaças on-line, como conversas com estranhos ou acesso a material inapropriado. Ao mesmo tempo, 61% dos pais não conversam com os filhos sobre as ameaças virtuais, e 20% dizem não fazer nada para proteger as crianças dessas ameaças.

O problema pode estar em um choque de gerações. “Os pais ficam um pouco perdidos, pois eles vêm de uma época em que o uso da internet não era frequente. A pesquisa revela, no fundo, as diferenças existentes entre as gerações e o aculturamento digital que os filhos têm e os pais, não”, analisa o diretor geral da Kaspersky Lab no Brasil, Cláudio Martinelli.

Se, até cinco anos atrás, a dica de ouro para os pais se manterem vigilantes era colocar o computador na sala ou em outro lugar de passagem dentro da casa, hoje isso já não funciona. “Essa dica ficou obsoleta porque agora a internet vai no bolso da criança – em seu smartphone – para a escola, o cinema, o shopping”, pondera ele.

As ferramentas de monitoramento, como softwares de controle parental, são uma ajuda. “Temos que usar a ferramenta eletrônica como um sexto sentido digital, aquele que vai te dar uma dica do comportamento de seu filho na internet”, comenta Martinelli.

Mas só essas ferramentas não são suficientes. Para a psicóloga Juliana Cunha, coordenadora do helpline da ONG Safernet, que preza a segurança online, é necessária muita conversa para afinar os ponteiros entre pais e filhos quando se trata do mundo online.

“As ferramentas digitais são úteis, mas somente para identificar algo que já está acontecendo. Para prevenir, é preciso haver um ato de confiança. Os pais têm que incluir nas conversas com os filhos o que eles andam fazendo na internet: em quais páginas estão entrando, com quem estão conversando, que tipo de conteúdo estão consumindo”, orienta.

Ela compara essa conversa à preocupação que os pais têm com os filhos no mundo real. Da mesma forma que querem saber aonde os filhos estão indo, com quem e o que vão fazer, também devem o mesmo interesse para com a internet. 

Proteção gratuita
Veja algumas ferramentas: 

Microsoft. bit.ly/seg_microsoft 

Safe Kids. bit.ly/kids_safe

Google. bit.ly/seg_google

YouTube. bit.ly/seg_youtube

Apple (para iPhone e iPad). bit.ly/seg_apple

Queridinho

Celular. Uma pesquisa de julho do ano passado revelou que oito em cada dez crianças que acessam a internet o fazem pelo smartphone. O número é superior ao de computadores de mesa.

Ferramentas grátis ajudam a controlar os sites acessados

Na casa da funcionária pública Adriana Moreira Avellar, 42, o acesso de Arthur, 7, à internet é bem restrito. Durante a semana, nada de eletrônicos e, aos fins de semana, só umas duas horinhas por dia.

As preferências de Arthur são por joguinhos que ele encontra online. Mesmo assim, não é qualquer um que ele pode acessar. “Jogos de luta e de tiros, eu não deixo”, conta a mãe.

Adriana não possui ferramentas de controle em seus gadgets, então, para que Arthur não se aventure em território impróprio para a idade, ela confia na observação direta do menino. “Não dá para ficar o tempo todo do lado dele. Mas fico sempre atenta. Toda hora, quando ele está online, dou uma passada por ele e vejo o que está jogando, em que está mexendo”, diz.

A maior dificuldade, segundo Adriana, está nas buscas na internet. “Se ele quer procurar pelo (jogo) ‘Minecraft’, por exemplo, basta digitar ‘m’, ‘i’, ‘n’, e já aparecem várias outras buscas que não são o que ele está querendo. E muitas delas são impróprias para a idade dele”, comenta.

Resolver isso não é muito difícil: as maiores empresas de internet, como Google, YouTube e Apple, têm suas próprias ferramentas gratuitas para limitar o acesso, principalmente das crianças.

“Os pais podem configurar o Google, por exemplo, para ter uma busca segura. Assim, eles podem determinar exatamente o que não querem que apareça nos resultados, como sexo, nudez, pornografia. É sempre bom os pais se informarem sobre esses serviços”, orienta a psicóloga Juliana Cunha, da ONG Safernet.

PUBLICADO EM 28/04/16 - 03h00

RAQUEL SODRÉ

Fonte: http://www.otempo.com.br/interessa/choque-de-gerações-expõe-ainda-mais-as-crianças-na-web-1.1288136

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Crianças e Internet: 76% dos pais não protegem os filhos



Os números revelados por um estudo recente sobre crianças e internet são preocupantes: um quinto dos pais europeus não toma qualquer medida para proteger as crianças e 31% admitem não ter qualquer controle sobre o que os filhos vêm na Internet. 

Segundo o estudo, perto de dois terços (61%) dos pais com filhos menores de 18 anos preocupam-se com o acesso a conteúdos inapropriados, mas três quartos (76%) não têm qualquer software que os ajude a minimizar estes riscos.

O estudo, realizado pelas empresas de segurança informática Kaspersky Lab e B2B International, conclui que, apesar da falta de controle efetivo, metade dos pais acredita que as ameaças on-line estão crescendo.

Entre as principais preocupações estão o medo de que os filhos se tornem viciados na Internet, que comuniquem com estranhos, que partilhem informações pessoais, que não consigam perceber se estão perante malware e que sejam vítima de cyberbullying.

Além destas ameaças diretas às crianças, os pais também se preocupam com a forma como o comportamento descuidado dos filhos pode afetar o resto da família, como por exemplo a perda de informação pessoal (27%) ou gastos inesperados resultantes de compras através de jogos on-line (25%).

“Ser protetor é um instinto paternal, mas o panorama on-line está mudando todas as regras. Este relatório revela que os pais temem que o número de ameaças on-line à segurança dos seus filhos estejam a aumentar, sentindo que muito do conteúdo disponível na Internet não está regulado”, afirma Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia.

Andreia Félix Coelho | 04/11/2015 11:28

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Perfil on-line das crianças brasileiras está mais social e pornografia não chama mais tanta atenção, segundo a Kaspersky Lab

Empresa também une forças com o projeto Enable, que tem o apoio da União Europeia, para combater a prática de bullying na Internet.



De acordo com as estatísticas de 2015[1] da ferramenta de Controle dos Pais da Kaspersky Lab, a maior preocupação dos pais brasileiros é as redes sociais. Neste período, a empresa registrou cerca de 6,5 milhões de tentativas de visitas a redes sociais, seguido de mais de um milhão de tentativas de acesso ao e-mail (1,3 milhão) e a jogos online (1,05 milhão). O mais curioso é que a categoria pornografia ocupa agora o 7º lugar, com um pouco mais de 200 mil tentativas de acesso.

Em 2013, o bloqueio de conteúdos com conotação sexual ocupava a 2ª colocação no Brasil, sendo quase 19% das ocorrências; atualmente este índice representa 0,65%. Já as redes sociais apresentaram um crescimento vertiginoso, passando de 22,34% (1ª colocação) há dois anos para 54,48% em 2015[1].

As ferramentas de correio eletrônico não apareceram entre as principais categorias do ranking nacional de 2013 e este ano ocupam o segundo lugar, com 11,11% dos bloqueios. Apenas para referência, no ranking global o e-mail ocupava a quinta colocação há dois anos, sendo 7,39% das restrições de acesso.

Outra mudança no comportamento infantil ocorreu no horário em que os bloqueios acontecem. Em 2011, as detecções aconteciam principalmente no fim da tarde entre 15h e 20h, com pico às 16h. Ao levantar as dados de 20151, Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, verificou que o pico acontece hoje em dia mais próximo das 19h e o surgimento de um pico menor logo após o almoço, entre às 13h e 14h. 

Para Assolini, esta mudança de comportamento está diretamente associada à maior preocupação dos pais em terem seus filhos como vítimas de cyberbullying – que é qualquer assédio moral realizado pela internet. De acordo com uma pesquisa global da Kaspersky Lab com a B2B International (2014), quase metade (48%) dos pais têm esta preocupação.

“Nosso estudo mostrou que as crianças são relutantes em admitir que são vítimas de bullying, tanto que 51% dos pais só descobriram depois de um longo tempo (25%) ou quando o abuso online se transformou em assédio moral no mundo real (26%). O impacto emocional do cyberbullying pode ser devastador para os jovens e os pais precisam se informar mais sobre este tema para saber agir”, orienta o analista.

É difícil evita-lo completamente, mas existem algumas medidas simples para proteger as crianças: as configurações de privacidade em redes sociais permite que os adultos ajudem as crianças a controlar quem pode ver suas publicações e escrever mensagens. A utilização plena das definições de controle parental nos aplicativos e em soluções de segurança, como o pacote Kaspersky Total Security Multidispositivos para PCs, Mac ou Android, ajudam a dar mais proteção às crianças e paz de espírito aos pais.

Mas também é preciso ir além da tecnologia. Os pais precisam conversar com seus filhos para alertar sobre os riscos no mundo online, mas apenas 38% o fazem! Da mesma forma que eles educam suas crianças em como se comportar no mundo real, é preciso explicar a importante de manter as informações pessoais protegidas e não revelar online detalhes como endereço, número de telefone, escola etc. “Reflita sobre o que eles estão compartilhando e com quem; e a quem recorrer em busca de apoio quando houver abuso ou alguma angustia”, sugere Assolini.

Para ajudar a combater o cyberbullying, a Kaspersky Lab acaba de fechar uma parceria com a ENABLE (European Network Against Bullying in Learning and Leisure Environments – Rede europeia contra o bullying em ambientes de aprendizagem e lazer) e está apoiando o evento Hackathon, que tem como objetivo promover inovações em TI e combater o problema mundial dos assédios morais pela internet.

O ENABLE Hackathon ocorrerá dia 13 de outubro, no European Coding Week 2015, e incentiva jovens entre 9 e 17 anos a trabalhar em equipe para criar um aplicativo ou ferramenta criativa que ajude na redução do bullying. Como parceiro, a Kaspersky Lab selecionará a equipe que apresentar a solução tecnológica mais revolucionária e a premiará com uma viagem para a fábrica e o museu da Ferrari em Maranello, Itália, para conhecer e falar com um dos pilotos de Fórmula 1 da Scuderia Ferrari.

“Queremos ver os jovens desenvolvendo suas habilidades online enquanto os ajudamos a entender a dinâmica por trás do bullying e orientamos seu trabalho em equipe para encontrar soluções criativas para combatê-lo”, afirma Janice Richardson, consultora sênior da European Schoolnet, ex-coordenadora da Insafe Network e coordenadora da ENABLE.

Para David Emm, pesquisador-chefe de segurança da equipe global de pesquisa e análise (GReAT) da Kaspersky Lab, a empresa está empenhada em tornar a internet um lugar mais seguro. “O bullying – especialmente o cyberbullying – é um problema muito grave com implicações sociais e emocionais. Nossa missão é educar e apoiar as crianças e seus pais na luta contra as ameaças que encontram online”, afirma.

Em março de 2015, a Kaspersky Lab organizou um grupo para debater o problema no Mobile World Congress, em Barcelona. A empresa também se comprometeu a doar um Euro para o Insafe Helpline Fund a cada Kaspersky Total Security multidispositivos vendido pela Internet na Europa durante o mês de dezembro de 2014, garantindo ainda uma doação mínima, em 2015, para lidar com nove mil chamadas adicionais referentes a problemas on-line, como cyberbullying e violência cibernética.

Para saber mais sobre o trabalho da Kaspersky Lab para evitar o cyberbullying, sua parceria com a EUN e outras atividades de responsabilidade social, acesse https://kas.pr/CSR_2014_eng.


Data: 06/10/2015

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Brasil está entre os dez países com mais conteúdo impróprio para crianças na Internet

São Paulo, 10 de março de 2015

Foto: / Foter / CC BY-SA

A Internet deixou de ser apenas dos adultos há muito tempo. As crianças são hoje, muitas vezes, bem mais ativas na rede do que os pais. No entanto, será que a Internet é segura o suficiente para as crianças usarem sem medo de enfrentar conteúdos impróprios? Para descobrir, a Kaspersky Lab decidiu investigar potenciais ameaças online para as crianças, por meio da análise de dados de usuários de produtos da Kaspersky Lab, equipados com a solução de Controle Parental.

Intitulado de “Crianças online”, o estudo revela que mais de dois terços (68%) dos usuários já encontraram conteúdo online inadequado ou perigoso, sendo conteúdo adulto, jogos e sites que difundem informações sobre armas as ameaças mais comuns.

As principais conclusões do relatório são:

Mais da metade (59,5%) dos usuários encontrou pornografia; mais de um quarto (26,6%) caiu em sites dedicados a jogos de azar; um quinto dos usuários se deparou com sites com armas; e quase o mesmo número foi confrontado por linguagem forte.

Websites que carregam esse tipo de conteúdo impróprio (pornografia, jogos, armas, linguagem forte), juntamente com outros que caracterizam drogas, tabaco e álcool, foram os mais frequentemente bloqueados por soluções de proteção da Kaspersky Lab. A frequência das detecções demonstra como é fácil os usuários se depararem com tais conteúdos online, já que quanto mais elevada a frequência, maior a probabilidade.

Os países com as mais frequentes detecções de Controle Parental foram China, EUA, Alemanha, Reino Unido e Rússia. O Brasil está entre os dez primeiros da pesquisa, em oitavo lugar e, em 2014, registrou uma média de 105 detecções por cada usuário.



Cada um dos dez países mais afetados tem suas próprias características distintas quando se trata de ameaças online prevalecentes para crianças. Por exemplo, ‘conteúdo adulto’ é a maior ameaça para os usuários na Alemanha (com 172 detecções por usuário), China (144,18 detecções por usuário) e EUA (126,16 detecções). ‘Conteúdo sobre álcool, tabaco e drogas’ é uma grande ameaça para os usuários da Rússia, Alemanha, EUA e França - a frequência de detecção foi especialmente elevada nesses países. A maior ameaça para as crianças brasileiras ainda são os “chats” e, em segundo lugar, “conteúdo adulto”.

"Para proteger os jovens, recomendamos que os adultos escolham soluções de proteção com as tecnologias de Controle Parental, além de acionar os modos de segurança para crianças nos mecanismos de busca e aplicativos que permitem o acesso a conteúdo multimídia”, sugere Konstantin Ignatev, Gerente do Grupo de Análise de Conteúdo Web da Kaspersky Lab.

“Embora as tecnologias de Controle Parental possam bloquear o acesso a sites com conteúdo que são perigosos ou ofensivos para as crianças, elas não podem oferecer proteção confiável em serviços da web que utilizam ‘segurança padrão’, como redes sociais ou chats que podem ser acessados por pessoas mal intencionadas. A segurança da criança na internet merece ser levada tão a sério quanto a segurança na vida real. Por isso, incentivamos os pais a tomar parte ativa na vida real e digital de seus filhos. Só assim eles podem ter certeza de que estarão presentes quando os filhos precisarem de apoio”, completa Ignatev.

Leia mais sobre ameaças online para crianças no texto completo da pesquisa Securelist.com


Fonte: http://brazil.kaspersky.com/sobre-a-kaspersky/centro-de-imprensa/comunicados-de-imprensa/2015/Relatorio-da-Kaspersky-Lab-coloca-Brasil-entre-os-10-paises-com-mais-deteccoes-de-conteudo-improprio-para-criancas-na-internet